Sob Nova Direção
Foto: Bruno Cantini/Atlético
O sucesso de Alexandre Kalil na presidência do Atlético criou para seus sucessores algo que poderíamos chamar de problema. É que as expectativas da Massa agora sempre são enormes e a sede por títulos é insaciável. O sucesso e as conquistas alvinegras no período deixaram de vez para trás àqueles tempos sombrios onde a "meta" era não ser rebaixado e torcer contra os rivais.
O fato é que o orgulho e a confiança voltaram ao seio da torcida.
Daniel Nepomuceno, que participou ativamente da administração Kalil foi eleito seu sucessor na presidência do clube mantendo a política de grandes contratações e elenco caro. Obteve menos sucesso, mas ainda assim, uma administração vitoriosa, conquistando dois Campeonatos Mineiros e sendo vice-campeão Brasileiro e da Copa do Brasil. Houveram erros sim, como houve também na administração anterior, mas não dá para rotular sua presidência como um fracasso. Não foi.
Agora é a vez de Sérgio Sette Câmara na presidência do Galo. Também pertencente ao grupo responsável pela reconstrução do Atlético, contou com apoio de Kalil e Nepomuceno nas eleições alvinegras, vencendo sem grande dificuldade.
Já de cara ao assumir a presidência, responsavelmente defendeu uma reestruturação na política anterior, pregando redução da folha e contenção de gastos frente à realidade atual, onde a contração das receitas é fato. Prometeu muita criatividade para manter elencos competitivos com responsabilidade financeira, o que dará ao clube saúde para se manter no topo.
De cara, logo concordei com sua novas políticas. Quem passou pelas crises agudas e seguidas do meio dos anos 80 em diante até a chegada de Kalil ao comando ao Atlético, não quer ver este passado tenebroso repetido. Cachorro mordido por cobra, tem medo de linguiça.
Trouxe Gallo para a função do saudoso Eduardo Maluf, contratou praticamente sem gastar, reforçando o elenco com promessas consistentes, mantendo a base da temporada anterior. Liberou estrelas que custavam caro com retorno duvidoso, mudando a postura do time, que agora em tese é mais rápido e operário, mas mantendo-se entre as principais forças do futebol brasileiro. Basta olhar a escalação titular e percebe-se em princípio que o time tem tudo para ser competitivo. Podemos sim surpreender clubes com elencos mais estrelados e caros. Os ensinamentos da última temporada parecem ter sido assimilados.
Outro fato que me deixa otimista quanto à nova administração alvinegra, é uma quase obsessão já evidenciada pelo presidente: a conquista do Campeonato Brasileiro.
Sei que todo atleticano deseja títulos, mas, para este que vos escreve, meu principal sonho de consumo é a conquista do Brasileirão, título conquistado pelo Galo no ano do meu nascimento e que desde então em vários momentos esteve perto mas não chegou. Quero Libertadores, Copa do Brasil e quiçá Mundial, mas admito, minha obsessão é o velho e tradicional Campeonato Brasileiro.
Se vier, certamente sua administração já estará entre as maiores de nossa história!
Não dá para afiançar que Sette Câmara terá sucesso esportivamente, mas já ficou claro que administrativa e financeiramente o Galo está em boas mãos.
Se grandes títulos vierem também, melhor!
Confiança e otimismo andam juntos em 2018.
Abraços,
Carvalho.
O sucesso de Alexandre Kalil na presidência do Atlético criou para seus sucessores algo que poderíamos chamar de problema. É que as expectativas da Massa agora sempre são enormes e a sede por títulos é insaciável. O sucesso e as conquistas alvinegras no período deixaram de vez para trás àqueles tempos sombrios onde a "meta" era não ser rebaixado e torcer contra os rivais.
O fato é que o orgulho e a confiança voltaram ao seio da torcida.
Daniel Nepomuceno, que participou ativamente da administração Kalil foi eleito seu sucessor na presidência do clube mantendo a política de grandes contratações e elenco caro. Obteve menos sucesso, mas ainda assim, uma administração vitoriosa, conquistando dois Campeonatos Mineiros e sendo vice-campeão Brasileiro e da Copa do Brasil. Houveram erros sim, como houve também na administração anterior, mas não dá para rotular sua presidência como um fracasso. Não foi.
Agora é a vez de Sérgio Sette Câmara na presidência do Galo. Também pertencente ao grupo responsável pela reconstrução do Atlético, contou com apoio de Kalil e Nepomuceno nas eleições alvinegras, vencendo sem grande dificuldade.
Já de cara ao assumir a presidência, responsavelmente defendeu uma reestruturação na política anterior, pregando redução da folha e contenção de gastos frente à realidade atual, onde a contração das receitas é fato. Prometeu muita criatividade para manter elencos competitivos com responsabilidade financeira, o que dará ao clube saúde para se manter no topo.
De cara, logo concordei com sua novas políticas. Quem passou pelas crises agudas e seguidas do meio dos anos 80 em diante até a chegada de Kalil ao comando ao Atlético, não quer ver este passado tenebroso repetido. Cachorro mordido por cobra, tem medo de linguiça.
Trouxe Gallo para a função do saudoso Eduardo Maluf, contratou praticamente sem gastar, reforçando o elenco com promessas consistentes, mantendo a base da temporada anterior. Liberou estrelas que custavam caro com retorno duvidoso, mudando a postura do time, que agora em tese é mais rápido e operário, mas mantendo-se entre as principais forças do futebol brasileiro. Basta olhar a escalação titular e percebe-se em princípio que o time tem tudo para ser competitivo. Podemos sim surpreender clubes com elencos mais estrelados e caros. Os ensinamentos da última temporada parecem ter sido assimilados.
Outro fato que me deixa otimista quanto à nova administração alvinegra, é uma quase obsessão já evidenciada pelo presidente: a conquista do Campeonato Brasileiro.
Sei que todo atleticano deseja títulos, mas, para este que vos escreve, meu principal sonho de consumo é a conquista do Brasileirão, título conquistado pelo Galo no ano do meu nascimento e que desde então em vários momentos esteve perto mas não chegou. Quero Libertadores, Copa do Brasil e quiçá Mundial, mas admito, minha obsessão é o velho e tradicional Campeonato Brasileiro.
Se vier, certamente sua administração já estará entre as maiores de nossa história!
Não dá para afiançar que Sette Câmara terá sucesso esportivamente, mas já ficou claro que administrativa e financeiramente o Galo está em boas mãos.
Se grandes títulos vierem também, melhor!
Confiança e otimismo andam juntos em 2018.
Abraços,
Carvalho.

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